segunda-feira, 13 de agosto de 2012

13 de Agosto - Dia do Economista

Profissão Economista

´´Perante Deus eu juro fazer da minha profissão de Economista um instrumento não de valorização pessoal, mas sim utilizá-lo para a promoção do bem-estar social e econômico de meu povo e minha nação, cooperar com o desenvolvimento da ciência econômica e suas aplicações, observando sempre os postulados da ética profissional´´.

A Profissão
Questões em torno da produção e da distribuição de bens e mercadorias entre indivíduos e sociedade sempre existiram, o que faz da Economia uma das mais antigas ciências da humanidade. No Brasil, a regulamentação da profissão aconteceu em 13 de agosto de 1951, com a publicação da lei nº 1.411, sancionada pelo presidente da República, Getúlio Vargas, que conferiu nível universitário aos cursos de Ciências Econômicas do país, até então com status de nível médio.
A mesma lei criou o COFECON – Conselho Federal de Economia e os CORECON´s – Conselhos Regionais de Economia, com finalidade de regulamentar, orientar, registrar e fiscalizar o exercício da profissão. A partir de então, o 13 de agosto passou a ser comemorado como o ´Dia do Economista´.
Quem pode exercer
A designação profissional economista é privativa dos bacharéis em Ciências Econômicas diplomados no Brasil. Apenas podem exercer a profissão aqueles que possuírem a carteira de identidade profissional, expedida exclusivamente pelos CORECON´s. O documento é válido em todo o território nacional (Lei nº 1.411/51 Artigo 16 e Lei nº 6.206/75 Artigo 1º). A mesma exigência, de registro junto ao Conselho de sua região, vale para empresas com atividade principal nas áreas econômica e financeira para atuar no mercado.
Aptidões
O economista está apto a desenvolver, na vida moderna, um conjunto de conhecimentos científicos, acumulados e sintetizados ao longo da história, tanto política quanto sócio-econômica. Portanto, economista não é somente aquele que faz orçamentos, planejamentos, análises de investimentos etc, mas é o profissional capaz de, além de exercer, pensar todas essas funções dentro de um quadro geral do processo de distribuição e produção da sociedade. Ao contrário de profissões que exercem técnicas similares, o economista utiliza-se da reflexão de cada questão avaliada, em uma visão ampla do Sistema Econômico.

Mercado de trabalho
Tendo em vista sua formação generalista, o mercado de trabalho para o economista apresenta oportunidades tanto no setor público quanto no privado. O profissional que atua no setor público trabalha preferencialmente com questões macroeconômicas tais como índices de inflação, política industrial, déficit público, com uma atuação especialmente destacada nas áreas orçamentárias, de planejamento e projetos de infra-estrutura econômica e social, econômico-financeira, de análise de conjuntura e de assessoria econômica nos mais variados campos de atividade.
Já no setor privado, o papel do economista concentra- se em aspectos microeconômicos como custos de produção da empresa, formação de preços e operações financeiras. Neste setor, são inúmeras as oportunidades e especialidades no mercado financeiro, institutos de pesquisa, empresas de assessoria e consultoria, assim como na indústria, agroindústria, comércio, universidade e entidades classistas.
Na área internacional o campo de atuação do economista abrange grandes horizontes, como o Mercosul, política econômica internacional, mediação e arbitragem e, com a globalização, os efeitos das operações de ações nas bolsas de valores etc. Todos os campos são bons e promissores, dependendo do perfil de cada profissional, porém, em qualquer área o economista necessita de embasamento teórico, aliado à prática e, principalmente, da consciência crítica sobre a realidade sócio-econômica do país.
Atividades
A atividade profissional privativa do economista exercita-se liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias econômico-financeira, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do requerimento econômico (art. 3º, decreto 31.794/52).

Fonte: www.corecon-pr.org.b

sábado, 11 de agosto de 2012

11 de Agosto - Dia do Estudante

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda.

 Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.




Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 anos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. 
Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.

Com grande honra a Kello faz parte da vida acadêmica de boa parte dos estudantes do país e por isso parabenizamos a todos pelo seu merecido dia!

11 de Agosto - Dia do Advogado

ADVOGADO: DOUTOR POR EXCELÊNCIA


O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral.

O título de doutor foi outorgado pela primeira vez no século XII aos filósofos – DOUTORES SAPIENTIAE, como por exemplo, Santo Tomás de Aquino, e aos que promoviam conferências públicas, advogados e juristas, estes últimos como JUS RESPONDENDI.

Na Itália o advogado recebeu pela primeira vez título como DOCTOR LEGUM, DOCTORES ÉS LOIX. Na França os advogados eram chamados de DOCTORES CANONUM ET DECRETALIUM, mais tarde DOCTORES UTRUISQUE JURIS, e assim por diante em inúmeros outros países. Pesquisa histórica creditada ao digníssimo Doutor Júlio Cardella (tribuna do Advogado, 1986, pág.05), que considera ainda que o advogado ostenta legitimamente o título antes mesmo que o médico, uma vez que este, ressalvado o seu imenso valor, somente recebeu o título por popularidade.

E mais além, para àqueles que a Bíblia detém alguma relevância histórica, são os juristas, àqueles que interpretavam a Lei de Móises, no Livro da Sabedoria, considerados doutores da lei.

A Lei de diretrizes e bases da educação traça as normas que regem a avaliação de teses acadêmicas. Tese, proposições de idéias, que se expõe, que se sustenta oralmente, e ainda inédita, pessoal e intransferível. Assim, para uma pessoa com nível universitário ser considerada doutora, deverá elaborar e defender, dentro das regras acadêmicas e monográficas, no mínimo uma tese, inédita. Provar, expondo, o que pensa.

A Lei do Império de 11 de agosto de 1827:

“cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”.

A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ.

A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOAB – Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país. Ademais, a referida legislação Imperial estabelece que o título de Doutor é destinado aos bacharéis em direito devidamente habilitados nos estatutos futuros. Sendo assim, basta tecnicamente para ostentar o título de Doutor, possuir o título de bacharel em direito e portar a carteira da OAB, nos termos do regulamento em vigor.



Não obstante, o referido título não se reveste de mera benesse monárquica. O exercício da advocacia consubstancia-se essencialmente na formação de teses, na articulação de argumentos possíveis juridicamente, em concatenar idéias na defesa de interesses legítimos que sejam compatíveis com o ordenamento jurídico pátrio. Não basta, portanto, possuir formação intelectual e elaborar apenas uma tese. “Cada caso é um caso”. As teses dos advogados são levadas público, aos tribunais, contestadas nos limites de seus fundamentos, argumentos, convencimento, e por fim julgadas à exaustão. Se confirmadas pela justiça, passam do mundo das idéias, para o mundo real, por força judicial. Não resta dúvida que a advocacia possui o teor da excelência intelectual, e por lei, os profissionais que a exercem devem ostentar a condição de doutores. É o advogado, que enquanto profissional do direito, que deve a si mesmo o questionamento interior de estar à altura de tão elevada honraria, por mérito, por capacidade e competência, se distinto e justo na condução dos interesses por Ele defendido. Posto que apreendemos no curso de direito que uma mentira muitas vezes dita aparenta verdade. Mas na sua essência será sempre mentira.

Ser advogado exige do ser humano capacidade intelectual em concatenar idéias, assimilar conhecimentos, fatos e atos, correlacionar, verbalizar, o todo, a parte... etc. 

Exige independência de caráter, isenção, continuidade, credibilidade, responsabilidade. Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução.

A Kello respeita e parabeniza todos seus formandos de Direito futuro doutores da lei.

Fonte: www.oab.org.br

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

1º de Agosto – Dia do Selo Postal Brasileiro

Primeiro selo do mundo, conhecido como Penny Black, surgiu na Inglaterra, em 6 de maio de 1840. Até essa data, o pagamento pela prestação do serviço de transporte e entrega de correspondências era feito pelo destinatário. 
A chegada do selo revolucionou os serviços postais no mundo inteiro.

O Dia do Selo Brasileiro é comemorado em 1º de agosto porque nesta data foram emitidos os primeiros selos no país no ano de 1843. 


Conhecidos como Olho-de-Boi, devido às suas semelhanças com o olho desse animal, os selos brasileiros tinham os valores de 30, 60 e 90 réis. 


Com a modernização gráfica, os selos brasileiros tornaram-se mais atraentes obtendo importantes prêmios internacionais. Destacam-se entre as emissões premiadas o bloco "São Gabriel Padroeiro dos Correios" (1973), o selo "Imprensa - Bicentenário de Hipólito da Costa" (1974), o selo "Dia Nacional de Ação de Graças" (1976), a série "Folguedos e Bailados Populares" (1981) e o bloco "Literatura de Cordel - Lubrapex 86" (1986).

Em 1974, foi lançado no Brasil o primeiro selo do mundo com legenda em braile. Outro motivo de orgulho dos filatelistas brasileiros é a emissão de selos com imagens tridimensionais holográficas, em 1989. 


FILATELIA 


Filatelia é uma palavra composta de origem grega que significa : 

PHILOS = amigo e ATELEIA = isenção de taxas. 

Por esta razão FILATELISTA significa o amigo do selo ou da marca. 




A Kello também possui um selo próprio emitido pelos Correios em homenagem às comemorações de 30 anos da fundação da empresa. 



sexta-feira, 27 de julho de 2012

27 de julho - Dia da Pediatria


O dia da pediatria no país é uma alusão à fundação, em 1910, da Sociedade Brasileira de Pediatria: uma associação científica para se dedicar ao estudo dos problemas e patologias infantis, ocupando uma lacuna de atividades pediátricas no Brasil.

Os primeiros anos de vida são aqueles que determinarão toda a vida futura de uma pessoa. Não só no sentido biológico, mas também psicológico e social. Uma enfermidade nesta época, pode acarretar danos de desenvolvimento físico e mental, com seqüelas muitas vezes irreversíveis, como no caso de uma poliomielite. Daí se pode verificar a importância da atividade do pediatra.

O pediatra é uma figura importante para o esclarecimento dos pais durante o desenvolvimento da criança. Desde a sala de parto, esse especialista procura informar sobre aleitamento materno, interpretação das necessidades das crianças, vacinas, e mais uma série de fatores que concernem a saúde infantil.

O pediatra é, acima de tudo, um profissional vocacionado, que gosta de sua profissão. É ele que está na ponta da atenção primária nos diversos pontos do país. E a despeito das dificuldades, vem difundindo o soro caseiro, contribuindo para a queda da mortalidade infantil por diarréia e desidratação, melhorando os índices de aleitamento materno, reduzindo a mortalidade por doenças infecto-contagiosas e respiratórias. É uma das poucas especialidades médicas que ainda mantém, apesar de vários pesares, o vínculo médico-paciente. O pediatra ainda é médico de família.


Giovanni Bellini. Apresentação de Jesus no Templo (1464)
 Fondazione Querini-Stampalia, Veneza

Obra de arte de que surgiu o desenho do símbolo da pediatria brasileira.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

terça-feira, 17 de julho de 2012

Brasão UFV - 60 anos


A utilização do brasão oficial pela Universidade Federal de Viçosa - UFV completa 60 anos este mês.  Idealizado por José Marcondes Borges e desenhado por Alfred Beck Andersen, ex-professores da instituição, o símbolo foi aprovado pelo Conselho Universitário, em 1952, para caracterizar a então Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV).


De acordo com a heráldica, ciência dos brasões, o símbolo carrega consigo os seguintes significados: 

Cores
Negro (Sable): representa a terra, presente em diversas atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas na UFV.
Vermelho (Goles): representa a vitória.

Metais
Ouro: representa a riqueza e a sabedoria próprias de uma universidade.
Prata: representa pureza de intenções.

Figuras
Universo: além de lembrar a palavra universidade, marca, de forma clássica, com uma estrela próxima ao trópico de capricórnio, a posição geográfica da UFV.
Cornucópia com produtos agrícolas: simboliza a obtenção de riquezas e o coroamento de esforços. 
Touros alados: representam, em vermelho, a força e o anseio de vitória daqueles que compõem a instituição.

Mote
EdiscereScireAgereVincere correspondem à legenda AprenderSaberAgir e Vencer. Baseado nas letras iniciais da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Esav).


Para mais informações, confira o artigo de José Marcondes Borges, originalmente publicado em 1964, que justifica a idealização do brasão oficial clicando aqui.


Fonte: Site UFV 


sexta-feira, 13 de julho de 2012

13 de julho – Dia do Engenheiro Sanitarista


A engenharia sanitarista é a área que trata da exploração e do uso dos recursos hídricos. Os engenheiros sanitaristas são os profissionais responsáveis pelo diagnóstico, elaboração e coordenação de projetos de saneamento básico e de obras sanitárias. O trabalho desse profissional também envolve a fiscalização, a manutenção e ampliação de projetos que melhorem a qualidade de vida da população, como os de água, sistemas de tratamento, esgoto, drenagem e irrigação pluvial, limpeza urbana e de resíduos. O trabalho dos engenheiros sanitaristas é muito importante para as áreas social, de saúde e ecológica, pois além de visar o bem estar social, também é uma forma de prevenir doenças, sempre visando a preservação e diminuição dos danos ambientais, promovendo um desenvolvimento sustentável. Os engenheiros ambientais atuam promovendo o desenvolvimento sustentável.




O curso - Para ser um engenheiro sanitarista é necessário diploma do curso superior de Engenharia Sanitária e Ambiental, que tem a duração média de cinco anos. Esse curso tem por objetivo habilitar o profissional nas metodologias e tecnologias de projeto, diagnóstico, construção, manutenção e operação de sistemas ligados principalmente ao aproveitamento dos recursos hídricos e ao saneamento básico. 

Como em todas as engenharias, os primeiros dois anos de curso são voltados ao estudo de matérias básicas como matemática, física, química e biologia, e depois o ensino é voltado às matérias de sistemas hidráulicos, hidrologia, metodologias de tratamento de água, controle de poluição, geologia, topografia, qualidade da água, resíduos sólidos urbanos, entre outras que fazem parte da grade curricular do curso. Para exercer a profissão de engenheiro sanitarista é necessário registro no CREA - Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia.

O patrono da engenharia sanitária no Brasil foi Francisco Saturnino de Brito (1864 - 1929), profissional que por muitos anos se dedicou à pesquisa no setor, e depois ao ensino, formando muitos profissionais de alto padrão. Seu invento mais conhecido que colaborou imensamente para a evolução da engenharia sanitária foi o tanque fluxível, utilizado no Brasil e em toda a Europa no séc XX, só abandonado na década de 70, quando foi substituído pelo cálculo das redes de esgoto baseado na tensão tratativa. Saturnino escreveu diversas obras técnicas, que foram estudadas na França, Inglaterra e nos Estados Unidos.

A Kello parabeniza a todos os acadêmicos de Engenharia Sanitária e Ambiental pelo seu dia!



Fonte: www.brasilprofissoes.com.br